8 de ago. de 2014

Lista de 31 livros totalmente gratuitos de design, publicidade e comunicação
Trago para vocês uma lista de 31 livros totalmente gratuitos, trazendo apenas o que interessa ao nosso trabalho, livros sobre design, publicidade e comunicação, todos em português e disponível para download. Tem leitura aí pra um ano todo. 
Boa leitura!



01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
02. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
03. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
04. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
05. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)
06. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)
08. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)
09. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)
10. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)
13. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)
14. Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)
15. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)
19. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)
24. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
27. Design Thinking (Maurício Vianna, Yasmar, Isabel K. Adler, Brenda Lucena e Beatriz Russo)
28. Design Livre (Instituto Faber-Ludens)
29. Design, empresa, sociedade (Paula Landim)
30. Marketing de guerra (Al Ries e Jack Trout)

Super Bônus (+34 Livros)

29 de mai. de 2014

Game designer: O futuro agora
Squaroon
Aquaman está prestes a passar por grandes desafios em sua vida. Em breve, ele será banido para uma ilha deserta onde terá de enfrentar, sozinho, os mais diversos vilões para provar seus superpoderes. O responsável pela desgraça de Aquaman será o Super-Homem, que ao voltar de mais uma bem sucedida missão contra aqueles que querem destruir a humanidade, vai encontrar seu amigo-herói, numa boa, num bate-papo desenfreado com um peixinho-dourado.

25 de abr. de 2013

30 de mar. de 2013

1° Concurso de desenvolvimento de jogos do Sebrae

O Sebrae convida game designers profissionais e amadores, empresas de desenvolvimento de jogos, estudantes, professores e todos os interessados a participarem do 1º Concurso de Desenvolvimento de Jogos que premiará os melhores games desenvolvidos e distribuirá 450 mil reais em prêmios.
O desafio dos programadores será desenvolver um jogo com temas de gestão empresarial e enviá-lo a comissão julgadora até o dia 01 de maio de 2013.

26 de mar. de 2013

Square Enix envia carta para Ministra da Cultura
O nome da ministra da cultura Marta Suplicy está sendo o mais falado nas últimas semanas depois do polêmico comentário durante o lançamento do chamado Bolsa Cultura, do Governo Federal. A ministra definiu que jogos eletrônicos não são considerados um instrumento de cultura, quando indagada sobre a possibilidade de utilizar o benefício para adquirir jogos eletrônicos. "Video games não são cultura", disse a ministra que, desde então, é alvo de inúmeras críticas da comunidade gamer. Hoje a "novela" ganha mais um capítulo.

18 de mar. de 2013

Ministério da Cultura - jogos são e não são cultura ao mesmo tempo

Toren O jogo conseguiu o apoio da Lei Rouanet para captação de recursos, também conhecida como “Lei de Apoio à Cultura” e agora pode procurar por investidores com mais facilidade (a lei sozinha não dá dinheiro pra ninguém, só facilita a vida de quem quer apoiar o projeto com uns bons alívios nos impostos).
É um projeto ambicioso, feito por uma equipe pequena de Porto Alegre, que dificilmente seria finalizado sem um bom investimento. O Ministério da Cultura permitiu que a equipe do jogo vá atrás de até 370 mil reais pela lei, o que deve quebrar um galho.

Toren não é o primeiro jogo a ser aprovado pela lei. Aritana já tinha conseguido tal feito no ano passado, mas acabou desistindo de usar os benefícios dela por achar que não valia a pena. “Entrar na Lei Rouanet exige uma série de obrigações. Afinal, estamos lidando com dinheiro público.” disse Pérsis Duaik, um dos membros da equipe do Aritana. “Tudo o que for feito com ele (o dinheiro) tem que ser documentado e qualquer centavo precisa de comprovante.”. O que pelo menos deixa a impressão de que entrar na lei não é algo tão difícil e uma saída válida pra quem tiver um projeto, mas não é a solução pra todos os problemas de quem quer fazer um jogo no Brasil.
Mas enquanto a lei de apoio à cultura vem dando toda essa moral para os jogos eletrônicos, a nossa grande Ministra da Cultura, ex-prefeita de São Paulo e sexóloga Marta Suplicy, em uma audiência pública no último dia 19, foi na direção contrária. Ao ser perguntada sobre os benefícios do tal vale-cultura para os jogos eletrônicos, ela disse que não acha que jogos sejam cultura. …pode desenvolver raciocínio, pode deixar a criança quieta, pode trazer lazer para o adulto, mas cultura não é,” afirmou a ministra.
Mas dizer que jogos ficarão de fora por não serem cultura quando estão dentro da Lei Rouanet, que é responsabilidade do seu ministério, mostra não só um pensamento atrasado e desinformado, mas também falta de noção do que está acontecendo dentro do seu próprio ministério.


Não que eu esteja ligando muito pro vale-cultura. Não acho que 50 reais por mês vão fazer muita diferença no desenvolvimento cultural do povo e muito menos ajudar a indústria nacional de jogos, principalmente quando a grande maioria dos jogos nacionais são vendidos através de serviços de distribuição digital estrangeiros. Acho que existem soluções melhores aí (abaixar os impostos, por exemplo), mas, de qualquer forma, a declaração da ministra é triste. É foda dedicar a maior parte do seu tempo a essa mídia, acreditando no potencial dela e convivendo com gente que trabalha com jogos por aqui ganhando mal, ralando pra caralho, vendo empresas falindo o tempo todo e não desistindo.
Em uma entrevista ao programa “Bom dia DF”, a ministra ainda disse que o vale vai abranger TV a cabo, revistas e coisas do tipo, incluindo até revista de sacanagem, por que não? Ainda disse que pode reconsiderar a decisão quanto aos jogos, o que levou a ABRAGAMES (a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais) a mandar uma carta aberta para a ministra, lembrando que o ex-ministro Gilberto Gil já tinha comentado o assunto dizendo que jogo é cultura e que tudo é muito lindo. Representantes da ACIGames também dizem estar preparando um material aí pra mandar pra mãe do Supla. Vamos ver isso aí.

CULTURA!
Enquanto isso não se resolve, desejamos boa sorte pro pessoal do Toren e lembramos que nos últimos anos a indústria de games nacional tem se virado muito bem com o governo mal sabendo que ela existe e só tende a melhorar, com ou sem a ajuda dele.

2 de fev. de 2013

Vagas na  Behold Studios
Behold Studios está procurando um profissional qualificado em programação e produção de jogos em HTML5 para a produção de um jogo nas redes sociais e nas plataformas móveis.
Conhecimentos desejados:
- Desenvolvimento de Jogos
- Cliente: HTML5
- Server side: PHP + MySQL
- Facebook API
- App nativo com HTML5 para Apple iOS / Google Android

Tempo de projeto: 2 meses.
Local de trabalho: CLN 405, Comercial norte, Brasília-DF
Remuneração total bruta: R$ 5.000
Mandar e-mail com portfólio e currículo para rh@beholdstudios.com.br, com assunto: "Vaga HTML5"

A Behod Studios possui ambiente descontraído, ar condicionado, comida, sessões de mega-drive, traje bermuda e chinelo, e é responsável pela criação de jogos como Knights of Pen & Paper. Veja nosso portfólio em: www.beholdstudios.com.br

15 de jan. de 2013

GamerArt - O futuro é agora

O que é engine ou motor gráfico?
Não é fácil prever quais os futuros avanços em motores gráficos ou do mercado de jogos  mas a próxima grande leva de engines deve surgir apenas na geração que vem a seguir.



Lançamentos apontam que os portáteis são o novo mercado. 

GamerArt - O que é motor gráfico ou engine

Quando você confere um novo jogo, tudo parece estar na mais perfeita ordem. É um conjunto de cenários, texturas, sons, inteligência artificial, física e efeitos 3D que, integrados, fazem o game funcionar.Cada aspecto desses é desenvolvido nos mínimos detalhes, que se unem como vários motores responsáveis pelo andamento do jogo. Mas a criação desse complexo sistema não é tão comum: são muitos os games que utilizam uma produção prévia dessas ferramentas, as tais engine gráficas.

Conceituando

Uma engine gráfica (game engine, no original) é uma biblioteca, um pacote de funcionalidades que são disponibilizadas para facilitar o desenvolvimento de um jogo e impedir que sua criação tenha que ser feita do zero.
Também chamado de motor gráfico ou motor de jogo, o pacote é normalmente utilizado na modelagem de imagens 2D e 3D, além de trazer animações e sons padronizados.
O que é engine ou motor gráfico?Utilizar um motor como a CryEngine pode gerar resultados como o da imagem acima. (Fonte da imagem: Crytek)
Além de garantir um bom visual, ele é responsável por diversos itens da jogabilidade que são pouco percebidos pelos jogadores, como o sistema de colisão entre personagem e objetos e a inteligência artificial de inimigos ou parceiros, essenciais na composição de um bom game. Mas tudo isso levou muito tempo (e muitos jogos) para chegar ao complexo estado em que se encontram as engines hoje.

No início

Mesmo nos primeiros consoles e computadores, desenvolver um jogo era um desafio. O  lançamento ocorria para apenas um video game: transportá-lo para outra plataforma era uma tarefa corajosa, pois exigia a reprogramação de todos os aspectos do título, já que quase nada era aproveitado da versão anterior.
A terceirização desses aspectos técnicos começou apenas como suporte gráfico, no formato de softwares de renderização criados por certas companhias, com o objetivo de processar as imagens criadas digitalmente.
A primeira engine utilizada por outras companhias foi a Freescape, da Incentive Software. Ela serviu jogos como Driller, em 1987, e Dark Side, lançado no ano seguinte. Já o termo só apareceu mesmo em meados da década de 1990, com a popularização definitiva dos FPS (jogos de tiro em primeira pessoa).
O que é engine ou motor gráfico?A engine de Doom foi uma das pioneiras nos jogos de tiro em primeira pessoa.
Esse gênero estourou de vez com o lançamento do trio Quake, Doom e Wolfenstein 3D, todos na mesma década. A partir deles, vários sucessores usaram o mesmo motor de suas inspirações, mas alteravam armas, cenários, inimigos e mapas, para mostrar traços de originalidade.

Consolidação no mercado

Rapidamente, os motores gráficos tornaram-se populares em todos os tipos de jogos, como RPG e aventura. Já a capacidade das criações mais modernas transformou a programação de engines em um verdadeiro trabalho de artista: são pacotes bastante completos que tentam deixar sons e imagens o mais próximo possível da realidade, exigindo um pouco menos do desenvolvedor.
Além disso, ter uma base para criar jogos é uma garantia de benefícios para a empresa. Entre eles, podemos destacar o corte de custos na criação do que já está disponibilizado pela engine, velocidade no lançamento e a possibilidade de transportar o game para outras plataformas mais facilmente.
Ainda há o suporte completo da empresa que criou tal motor, caso ele apresente algum problema. Se ela lançar atualizações no sistema, quem possui a licença de uso poderá também receber as melhorias livremente.

Celebridades

Alguns motores gráficos já caíram no gosto das companhias e são aproveitados até anos depois de seu lançamento. Conheça alguns deles:

CryEngine

O pacote da empresa alemã Crytek serviu inicialmente para uma demonstração de tecnologia da NVIDIA, durante uma convenção em 2000. O sucesso da exposição transformou o sistema de ferramentas em um jogo, Far Cry, lançado quatro anos depois.
O que é engine ou motor gráfico?A CryEngine busca aproximar-se com a realidade. A imagem digital é a da direita. (Fonte da imagem:MadShrimps)
Mas a consagração veio com a CryEngine 2, que originou Crysis, um jogo que foca seu potencial no realismo de seus gráficos. Em 2009, foi anunciada a versão atual do motor, a CryEngine 3. Crysis 2, anunciado no fim de março de 2011 , foi primeiro game a utilizar a nova tecnologia. No vídeo abaixo, você confere um exemplo do que a Crytek foi capaz de desenvolver.


Source Engine

Em 2004, a Valve lançou a primeira versão de sua engine 3D, mais popular que a criação da Crytek.
O que é engine ou motor gráfico?Um dos jogos mais populares do Brasil, o Counter-Strike foi feito a partir da Source Engine.
A Source foi utilizada em sucessos como Counter-Strike, Left 4 Dead e Half-Life 2. A utilização do Steam para disponibilizar atualizações, a animação de faces e o bom modo online são suas características mais marcantes.

id Tech 5

Ela é a quinta versão de uma engine já bastante trabalhada, que estreou em Doom. Anunciada em 2007, servirá como base para dois futuros FPS: Doom 4 e Rage. Segundo um dos fundadores da empresa que criou a id Tech, John Carmack, ela deve ser posteriormente disponibilizada como código aberto, para quem quiser desfrutar de sua biblioteca.

IW Engine

Essa engine é baseada inicialmente na id Tech 3, mas foi bastante modificada, até ganhar uma identidade própria. Ganhou fama por estar presente nos últimos episódios da série Call of Duty.

Unreal Engine 3

A produção da Epic Games é atualmente a favorita das empresas. São vários os jogos que a utilizam, como Gears of WarBulletstormStar OceanBatman: Arkham AsylumAsura’s Wrath, entre muitos outros. Entre seus pontos positivos, sombras dinâmicas e bom efeito de profundidade.
E, se dependermos dela, estamos em boas mãos. Em uma demonstração na GDC 2011 rodando com três placas GTX 580 da NVIDIA, a nova versão mostrou-se apta a revolucionar os gráficos desta e da próxima geração.

Unity 3D 


Unity 3D, é um motor de jogo 3D proprietário, criado pela Unity Technologies. Unity é similar ao BlenderVirtools ou Torque Game Engine, em relação a sua forma primária de autoria de jogos: a sua interface gráfica.O Unity possui duas versões principais: Unity Pro, que custa US$ 1.500,00, e a versão gratuita, simplesmente chamada Unity, que pode ser usada tanto para fins educacionais, quanto para fins comerciais. Há uma restrição, entretanto, que diz que companhias que tiveram lucro acima de US$ 100.000,00 em seu último ano fiscal, devem usar o Unity Pro.

Por Nilton Kleina

28 de nov. de 2012

Gamerart - Brasil vendeu mais de 3,5 milhões de cópias de jogos


O mercado brasileiro de games vendeu mais de 3,5 milhões de cópias de jogos para consoles e portáteis entre janeiro e setembro de 2012, o que representa um aumento de 144% em relação ao mesmo período de 2011, de acordo com pesquisa da consultoria Gfk. O faturamento com as vendas de títulos superou R$ 350 milhões nos primeiros nove meses do ano, um crescimento de 91% em relação ao mesmo período do ano passado.

12 de nov. de 2012

11 de nov. de 2012

Brasil vendeu mais de 3,5 milhões de jogos em em 9 meses

O mercado brasileiro de games vendeu mais de 3,5 milhões de cópias de jogos para consoles e portáteis entre janeiro e setembro de 2012, o que representa um aumento de 144% em relação ao mesmo período de 2011, de acordo com pesquisa da consultoria Gfk. O faturamento com as vendas de títulos superou R$ 350 milhões nos primeiros nove meses do ano, um crescimento de 91% em relação ao mesmo período do ano passado.

7 de nov. de 2012

GamerArt - Jogos e app de smartphone um negocio lucrativo

mobile apps
A oportunidade de negócio na área de desenvolvimento de aplicativos móveis é incrível. De fato, esta indústria vai chegar aos 100 bilhões de dólares até 2015, cinco vezes a dimensão que assume hoje. O motivo? É realmente simples. O mundo está a ficar móvel, e rápido! Só este ano, estima-se que mais de um bilhão de pessoas vão usar dispositivos móveis como o seu principal meio de acesso à web.

4 de nov. de 2012

12 de set. de 2012

GamerArt - Reunião com o Governo para o setor de games, saiba o que aconteceu
Materia copiada do site: www.jogojusto.com.br
No dia 28 de Agosto tivemos uma importante reunião seguida de workshop para o projeto Jogo Justo e para a ACIGAMES.

A convite da própria ministra da cultura Ana Buarque de Holanda e da secretária da Economia criativa Claudia Leitão, o presidente da ACIGAMES e também idealizador do projeto Jogo Justo, Moacyr Alves Junior foi a Brasília para discutir incentivos para a área dos games no Brasil através do plano Brasil Criativo do Ministério da Cultura.

GamerArt - Empresa de games japonesa abre escritório no Brasil

Em fevereiro deste ano, a Gree, empresa japonesa especializada em games e redes sociais, abriu seu escritório em São Paulo.
A plataforma Gree foi lançada por Yoshikazu Tanaka em fevereiro de 2004; o nome vem do conceito “six degrees of separation”, segundo o qual qualquer pessoa no planeta está separada de outra por, no máximo, seis outras pessoas.
Além de São Paulo, atualmente, a empresa tem escritórios em Tokyo, Seul, Pequim, Singapura, Dubai, Vancouver, Londres, Amsterdam e San Francisco.